A partir da próxima segunda-feira (8/9), inicia-se a supressão de árvores na orla da Lagoa Grande. A medida não é aleatória, e sim baseada em análises técnicas da Diretoria de Meio Ambiente, referendada pelo Codema.

Serão suprimidas árvores que:

  • apresentam problemas fitossanitários e, por essa razão, oferecem riscos aos usuários da área;
  • inadequadas para o contexto urbano, como fícus, jambolão e murta. São espécies exóticas que prejudicam o desenvolvimento de espécies nativas, além de exercerem dominância dependendo do onde são plantadas;
  • com subdesenvolvimento (identificou-se que, ao longo dos anos, houve plantios de forma desordenada; por isso hoje observa-se adensamento de árvores pequenas que competem por luz, espaço e nutrientes. Sendo assim nenhuma delas obtém desenvolvimento adequado e devem ser retiradas para que as outras árvores consigam desenvolver-se adequadamente, técnica conhecida como desbaste seletivo. 

Ressalta-se que a supressão de árvores frondosas e sadias fora dos critérios listados acima não ocorrerá. A maioria são indivíduos que não se desenvolveram, portanto são de porte pequeno.

A Lagoa Grande foi adotada dentro do Viva Patos e passa por processo de revitalização, o qual prevê plantio de grama e demais espécies ornamentais, implantação de nova academia, praça de alimentação e guarita para vigilância. 

O plantio de novas espécies arbóreas será avaliado tecnicamente após o término das obras, para que o espaço seja utilizado da melhor maneira possível sem danificar as mudas a serem plantadas.