Conexão Minas-Saúde: êxito do Ambulatório de Obesidade e do Crie é reconhecido em evento estadual

Outros municípios de Minas Gerais puderam conhecer duas experiências exitosas da saúde pública em Patos de Minas: a criação do Ambulatório de Obesidade (já com cirurgias bariátricas em realização) e a implantação do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) nas modalidades física e virtual. 

As iniciativas foram apresentadas durante o Conexão Minas-Saúde, evento realizado de 5 a 7 de dezembro, em Belo Horizonte, pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (Cosems-MG). 

O encontro reuniu gestores e técnicos estaduais e municipais da saúde de diferentes cidades mineiras para o objetivo comum de aperfeiçoar os processos de gestão do SUS no estado. Na ocasião, os participantes tiveram acessos a palestras e discussões sobre políticas de assistência, capacitação das equipes de saúde e avanços tecnológicos. 

Os dois projetos de Patos de Minas apresentados no Conexão Minas-Saúde já tiveram a importância reconhecida no XXXII Congresso Conasens, ocorrido em julho deste ano em Goiânia. “Tivemos agora mais um reconhecimento de ações que estão de fato tornando a saúde pública municipal melhor. Ainda há muito a ser feito, nós sabemos, e não deixaremos de correr atrás”, disse a secretária de Saúde, Ana Carolina Caixeta. 

Mais conquistas – Outra conquista importante chegou nesta sexta-feira (8/12), quando Patos de Minas foi certificada pelo Ministério da Saúde como município a alcançar a eliminação da transmissão vertical do HIV. A cidade também recebeu o Selo Bronze de Boas Práticas Rumo à Eliminação Vertical da Sífilis.

As certificações foram entregues a 73 localidades brasileiras durante cerimônia em Brasília (DF), e Patos de Minas foi uma das 25 a receber dupla premiação. O município esteve representado pela secretária de Saúde, Ana Carolina Caixeta, e pelas diretoras de Vigilância em Saúde, Lílian Marinho, de Atenção Básica, Jéssica Pimenta, e de Atenção Especializada, Vanêssa Borges.

A transmissão vertical é aquela que ocorre de mãe para filho, e o último caso de HIV congênita no município ocorreu há 18 anos. No caso da sífilis, embora ainda haja contaminação durante a gestação ou o parto, a taxa é inferior a 5%. Esses números são fruto do trabalho sério dos profissionais de saúde e do comprometimento das gestantes em seguir o pré-natal da forma correta.